Por: Guilherme Amâncio
Burton deu a sua pitadinha personalizada e típica ao reescrever a história, realizando algumas alterações no roteiro visando deixar o Batman com maior profundeza psicológica, como o próprio diretor disse. O desafio era imenso, afinal Burton tinha que apresentar um filme fiel aos quadrinhos e ainda adaptado ao seu estilo.
O longa-metragem obteve um sucesso esplêndido e foi o primeiro da história de Hollywood a produzir lucro com merchandising, pessoas chegando ao cinema vestidas com a blusa do filme, o que chocou os produtores , além de conseguir um lucro de 251 milhões de dólares (Sete vezes maior do que foi gasto para produzi-lo – US$35 milhões).
A cidade de Gotham City foi absolutamente caracterizada por Tim Burton a seu jeito de ver. Ambientes góticos e escuros, além de uma caracterização de Nova Iorque dos anos 40 misturado com um clima londrino, passando o expressionismo caracterizado pelo diretor, o que ele passa em todos os seus filmes de forma explícita.
Em 1992, Tim Burton dirigiu o segundo filme da saga, Batman: O retorno (Batman returns), apresentando Michael Keaton mais uma vez no papel principal. Com o mesmo cenário escuro e gótico, concorreu a dois oscars em 1993, melhores efeitos visuais e melhor maquiagem, pontos característicos do modo de fazer cinema de Tim Burton.
Já em 1995, foi lançado o último filme da saga (Batman Forever) com participação de Tim Burton, porém desta vez não como diretor, que foi Joel Schumacher, mas agora como produtor, e com a substituição o papel principal que ficou com o ator Val Kilmer no lugar de Michael Keaton. A saga continuou com o filme “Batman & Robin” em 1997, porém sem Tim Burton.
- Batman (1989):
- Batman Returns (1992):


Os lucros com merchandising no cinema não anteriores à Batman. Basicamente, aparecem com impacto com Star Wars e outros blockbusters da década de 70. Mas filmes como O mágico de Oz (1939) já lucravam com a venda de produtos originados do filme.
ResponderExcluirCorreção: "são anteriores à Batman."
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